A integra??o dos dados da jornada do cliente em toda a sua organiza??o parece um obst│culo imposs┴vel de superar? Voc┷ n?o est│ sozinho.
Os benef┴cios da intelig┷ncia multissinal ! que unifica dados sobre a experi┷ncia do cliente, operacionais e financeiros ! s?o evidentes. Isso transforma uma abordagem tradicional baseada em pesquisas em um programa de experi┷ncia verdadeiramente moderno, cuja base de insights acion│veis extrai contexto de m┣ltiplas fontes de dados em toda a empresa.
Uma das caracter┴sticas mais comuns entre os l┴deres de experi┷ncia bem-sucedidos └ que eles sabem como superar a relut?ncia de outros grupos em compartilhar seus dados. N?o importa o tamanho de sua equipe ou em que setor atuem (nem mesmo o grau de apoio que tenham da diretoria); sempre h│ um grupo em sua organiza??o que, na melhor das hip┏teses, n?o demons tra muito entusiasmo em colaborar, e eles sabem como conquist│-los: come?am aos poucos.
L┴deres em seus setores, incluindo clientes da滅伉圻幹 , como CIBC, Maersk, Pacific Gas and Electric Company (PG&E), Shipt e Santaluc┴a Seguros, adotaram essa abordagem para ampliar suas iniciativas de experi┷ncia do cliente (CX) e gerar resultados comerciais positivos. Veja como.
No cen│rio ideal, suas integra??es de dados de experi┷ncia do cliente (CX) incluir?o informa??es de todas as intera??es com os clientes, em todos os canais e pontos de contato, bem como os dados operacionais e financeiros da sua organiza??o.
Chegar l│ leva tempo, mas n?o └ algo imposs┴vel. Ao adotar a agilidade e lan?ar programas de teste r│pidos e f│ceis de gerenciar, com o tempo voc┷ ser│ capaz de demonstrar resultados e conquistar parceiros dispostos a compartilhar mais dados com maior entusiasmo.
, diretora de experi┷ncia do cliente do CIBC, e come?arem por onde possam causar impacto, encontrando um grupo de aliados dispostos a ^come?ar aos poucos, testar, experimentar e talvez nem mesmo ter medo de falhar rapidamente ̄.
^? muito f│cil ficar preso ┐ ideia de esperar at└ que tudo esteja perfeito antes de agir ou dar o pr┏ximo passo, mas o que realmente importa └ o impulso ̄, explica ela. E ganhar impulso logo no in┴cio abrir│ as portas para oportunidades maiores.
, gerente de insights do cliente na Maersk, recomenda enfaticamente os l┴deres , em vez de esperar por permiss?o ou por um cen│rio perfeito. Sua equipe come?ou com ^projetos-piloto de tamanho muito reduzido ̄ para avaliar o feedback em tempo real para a organiza??o de vendas, o que foi t?o bem-sucedido que a equipe de vendas passou a procurar ativamente sua equipe para expandir o programa.
Os l┴deres de CX afirmam que o pr┏ximo passo ap┏s um projeto-piloto inicial └ aproveitar os resultados comprovados para conquistar mais parceiros dentro da organiza??o, obter mais fontes de dados e ampliar a influ┷ncia.
Na Shipt, a divulga??o dos resultados positivos de um experimento inicial de experi┷ncia do cliente ! o que , vice-presidente de experi┷ncia do consumidor, descreve como um programa-piloto ^muito pequeno e seleto ̄ ! gerou um crescimento imediato de dois d┴gitos e conquistou o apoio de toda a organiza??o.
: ^Os resultados foram imediatos e impressionantes, e com esse entusiasmo, essa vis?o e esses dados concretos, isso ajudou a criar um impulso em toda a empresa para priorizar isso de forma mais ampla e ousada. ̄
Da mesma forma, na Pacific Gas & Electric (PG&E), a empresa est│ focada em oferecer o que chamam de ^experi┷ncias 10 em 10 ̄, e a equipe de CX est│ ajudando a liderar essa iniciativa ao desenvolver um ^mecanismo de feedback do cliente ̄ e utiliz│-lo para promover melhorias di│rias. , diretor de estrat└gia de CX da empresa, explica que, como parte da cria??o desse mecanismo e da implementa??o de novos processos de experi┷ncia do cliente, , com apenas algumas implementa??es a cada trimestre, o que lhes permitiu desenvolver sua ^capacidade de execu??o ̄ e aprender com os erros antes de expandir os programas para toda a empresa.
O verdadeiro valor de eliminar o isolamento dos dados e reunir insights n?o est│ em ter mais sinais de experi┷ncia do cliente (CX), mas sim em associar a experi┷ncia do cliente a dados operacionais e financeiros para orientar a tomada de decis?es estrat└gicas e gerar resultados transformadores para a organiza??o.
As marcas que obt┷m sucesso deixaram de ficar apenas observando os n┣meros e atribuem responsabilidades e presta??o de contas dentro da organiza??o para que as ideias coletadas sejam colocadas em pr│tica.
, gerente de experi┷ncia do cliente da Santaluc┴a Seguros, conta que a empresa centen│ria. Seus sistemas e equipes estavam profundamente fragmentados e ^n?o estavam preparados para se comunicarem entre si ̄.
? medida que sua equipe trabalhava com parceiros de outras │reas para superar barreiras t└cnicas, ela simultaneamente superava barreiras culturais ao deixar de compartilhar ┴ndices de NPS e, em vez disso, passar a falar a linguagem do neg┏cio: hist┏rias de clientes respaldadas por dados operacionais e internos. Isso conseguiu alinhar diferentes departamentos em torno de um objetivo comum e, hoje, eles est?o aproveitando esses insights para lan?ar novas iniciativas destinadas a melhorar a experi┷ncia do cliente.
Stephanie, do CIBC, compartilha um conselho semelhante: ^Quando deixamos de falar apenas na linguagem da experi┷ncia do cliente (CX) ou em termos de m└tricas de CX e passamos, de fato, a nos expressar como l┴deres empresariais na linguagem de nossos parceiros, foi isso que realmente nos garantiu um lugar ┐ mesa e nos deu a oportunidade de promover mudan?as significativas. ̄
Hoje, o CIBC desenvolveu um ^ecossistema robusto de dados sobre a percep??o do cliente ̄ que inclui dados essenciais sobre a percep??o do cliente, transa??es e comportamento, provenientes de diversas fontes. Ao manter-se conectada a outras linhas de neg┏cios e ┐s suas metas de moderniza??o, a equipe de experi┷ncia do cliente (CX) conseguiu posicionar a CX como um facilitador de resultados comerciais. A lideran?a agora reconhece o potencial dessas informa??es para orientar as pr┏ximas melhores a??es e possibilitar experi┷ncias personalizadas em escala.
^Quando olho para tr│s, percebo que aquele foi um momento de transi??o, quando as pessoas come?aram a ver a equipe de CX de maneira diferente ̄, acrescenta Stephanie. ^N?o └ramos mais vistos como o `departamento de pesquisas¨ ou o `departamento de CX¨. Passamos a ser vistos, de fato, como l┴deres de neg┏cios e consultores de confian?a que utilizavam insights estrategicamente para ajudar a orientar as decis?es. Essa transi??o ocorreu quando paramos de falar apenas na linguagem da CX e come?amos a falar a linguagem dos nossos parceiros: o valor para o neg┏cio. ̄
? um desafio comum para as equipes de CX conseguir que outras equipes aceitem compartilhar dados. Mas, ao come?ar com alguns pequenos projetos-piloto e, depois de alcan?ar alguns resultados positivos claros, ser│ mais prov│vel que as equipes venham at└ voc┷ em busca de ajuda e colabora??o.
Esse tem sido o caso de marcas como a PG&E e a Santaluc┴a Seguros.
Depois de ver em primeira m?o o que pode acontecer quando sistemas e equipes trabalham isoladamente, as equipes de TI e da web da PG&E agora colaboram proativamente com a equipe de 掘恰沿艶姻庄┷稼界庄温 do Cliente (CX) para avaliar como suas iniciativas est?o afetando a experi┷ncia do cliente. Essa li??o foi aprendida quando uma altera??o foi implementada no site, o que acabou prejudicando a pontua??o da experi┷ncia digital do site, aumentando o volume de contatos da equipe de atendimento ao cliente e prejudicando as pontua??es dos atendentes ao vivo. Assim que a equipe implementou as corre??es, as pontua??es melhoraram em todos os aspectos.
^O poder de compartilhar esses resultados se torna realmente importante ̄, explica Alex. ^Criamos a estrutura e a disciplina para que os colegas de trabalho analisem e ajam com base no feedback de forma consistente. Tamb└m garantimos que os dados sejam democratizados. Eles s?o analisados da perspectiva do cliente, mas nada disso funciona se a organiza??o n?o se alinhar efetivamente em torno disso. ̄
Na Santaluc┴a Seguros, o trabalho da equipe de experi┷ncia do cliente (CX) costumava se basear exclusivamente em pesquisas. Com o tempo, eles conseguiram integrar dados provenientes de intera??es nas redes sociais, chamadas de clientes e dados sobre a experi┷ncia digital. Esses tipos de avan?os exigiram convencer ^muitas pessoas ̄ dentro da organiza??o, realizar projetos-piloto e estabelecer casos de uso concretos com grande impacto nos neg┏cios.
^Os resultados falam por si ̄, enfatiza Paloma. A empresa analisa anualmente mais de 1,6 milh?o de chamadas, mais de 1,2 milh?o de sess?es digitais por meio da an│lise de experi┷ncia digital do site 滅伉圻幹e 115 mil coment│rios de texto em pesquisas ! mas, o mais importante, est│ resolvendo 99% dos alertas dos clientes dentro do prazo, em at└ 48 horas.
A relut?ncia em compartilhar dados └ um desafio comum, mas tamb└m └ f│cil de resolver. Identifique um ponto espec┴fico de atrito com o cliente que exista atualmente, re┣na os dados operacionais ou experienciais necess│rios e, em seguida, lance um pequeno projeto-piloto.
O sucesso resultante ser│ fundamental para conquistar mais aliados, ampliar o acesso a mais dados ao longo do tempo e desenvolver um verdadeiro mecanismo de an│lises multissinais para toda a organiza??o, a fim de orientar a??es estrat└gicas e gerar um impacto comercial mensur│vel.