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Indo al¨¦m da pesquisa: como a Meta Reality Labs operacionalizou o CX

Indo al¨¦m da pesquisa: como a Meta Reality Labs operacionalizou o CX

A equipe de CX da Meta Reality Labs compartilha suas pr¨¢ticas recomendadas para aprimorar a experi¨ºncia do cliente, indo al¨¦m das pesquisas para coletar os dados certos para gerar a??es.

Os profissionais avan?ados em experi¨ºncia do cliente (CX) sabem que a coleta de feedback do cliente por meio de pesquisas ¨¦ apenas uma t¨¢tica entre muitas que podem ser usadas como uma estrat¨¦gia mais ampla e sofisticada para melhorar a experi¨ºncia do cliente. As pesquisas sobre a voz do cliente podem ter um impacto maior quando s?o conduzidas juntamente com outras abordagens que proporcionam melhor visibilidade da experi¨ºncia do cliente, priorizam a??es que aprimoram a CX e ativam melhorias cont¨ªnuas que criam fidelidade e fortalecem a marca.?

E a equipe respons¨¢vel pela experi¨ºncia do cliente na divis?o de realidade virtual e realidade aumentada da Meta, a Meta Reality Labs, est¨¢ liderando o caminho, combinando pesquisas com uma ampla gama de sinais do cliente.?

Tive o prazer de aprender com dois l¨ªderes de experi¨ºncia do cliente da Meta Reality Labs - , diretora de experi¨ºncia global do cliente, e , l¨ªder de experi¨ºncia do cliente - sobre como eles est?o capturando mais sinais de experi¨ºncia do cliente al¨¦m das pesquisas tradicionais, incorporando a IA em seus esfor?os, revelando insights mais acion¨¢veis, priorizando ¨¢reas para melhorar a experi¨ºncia do cliente e permitindo a??es orientadas por dados em todos os n¨ªveis da organiza??o em nosso recente webinar, Beyond the Survey: Como os programas abrangentes de experi¨ºncia possibilitam a a??o.?

Aqui est?o alguns dos principais destaques de nossa discuss?o sobre como a Meta est¨¢ construindo a fidelidade do cliente com confian?a, e algumas respostas extras a perguntas que recebemos dos membros do p¨²blico do webinar.*

P: Em apenas alguns anos, sua equipe na Meta Reality Labs evoluiu da realiza??o de pesquisas simples para a obten??o dos dados corretos para promover a??es reais em toda a empresa. Pode nos contar sobre sua jornada?

Pegah Valeh: N?o t¨ªnhamos um programa de experi¨ºncia do cliente quando entrei na Meta. T¨ªnhamos apenas uma ¨²nica pesquisa que as pessoas n?o estavam realmente usando para an¨¢lise ou tomada de decis?es. O que fizemos foi estabelecer um programa de experi¨ºncia do cliente, primeiramente integrando o site ÌÇÐÄÔ­´´ e estabelecendo nossa primeira pesquisa por meio do site ÌÇÐÄÔ­´´ para que as pessoas respondessem depois de interagir com nossos agentes.

Come?amos por a¨ª porque est¨¢vamos integrados ¨¤ equipe de suporte ao cliente, e essa era a ¨¢rea que realmente precisava de mais insights, e j¨¢ t¨ªnhamos a ades?o. Em seguida, expandimos nosso programa para analisar as experi¨ºncias do cliente de ponta a ponta, todas as intera??es ao longo da jornada do cliente.

Come?amos a expandir gradualmente nosso programa, desde o suporte ao cliente at¨¦ a experi¨ºncia de compra, a experi¨ºncia de entrega, a aten??o ao produto e, depois, a experi¨ºncia de devolu??o.

Tamb¨¦m quer¨ªamos obter um conjunto diversificado de feedback e insights e n?o depender apenas de pesquisas, por isso come?amos a expandir a captura de feedback indireto, como an¨¢lises de produtos, m¨ªdias sociais e dados operacionais, como dados inferidos, para complementar nossas pesquisas em termos de aumentar nossa compreens?o dos clientes.

P: O que o fez perceber que outros tipos de feedback eram necess¨¢rios para aprimorar seu programa de experi¨ºncia do cliente??

PV: Essa era a nossa inten??o desde o in¨ªcio - nossa vis?o era criar uma vis?o de 360 graus da experi¨ºncia do cliente em tudo o que fazemos. Tamb¨¦m percebemos que ¨¦ importante ter um conjunto diversificado de informa??es, porque as pesquisas s?o excelentes, mas podem ter pontos cegos e tamb¨¦m pode haver outras maneiras mais r¨¢pidas do que esperar o retorno dos resultados da pesquisa.

? por isso que come?amos a expandir para outros tipos de feedback, incluindo feedback direto, feedback indireto e fontes de dados que nos ajudam a inferir, com base no comportamento do cliente e em dados operacionais, se o cliente teve uma experi¨ºncia boa ou ruim, mesmo sem precisar perguntar.

Stephen Lopez: Nossa equipe faz parte de uma organiza??o de suporte, portanto, ¨¦ natural que aproveitemos os dados operacionais, os t¨ªquetes de suporte e os dados digitais da nossa central de ajuda para entender as experi¨ºncias de autoatendimento. Depois, ¨¤ medida que nosso programa crescia, identificamos - e come?amos a usar - outros tipos de feedback com base em onde est¨¢vamos ouvindo. Durante todo esse processo, priorizamos a compreens?o do que complementaria os dados de nossas pesquisas para nos ajudar a entender melhor as experi¨ºncias de nossos clientes.

Para cada nova estrat¨¦gia que lan?amos, usamos os insights coletados por meio desse programa e os levamos de volta aos demais parceiros da organiza??o para mostrar o valor do esfor?o e, em seguida, expandi-lo adequadamente.

- Pegah Valeh, diretora de CX global, Meta Reality Labs

P: Voc¨º pode nos contar como conseguiu a ades?o das partes interessadas?

PV: Come?amos analisando os principais momentos da verdade, aqueles que t¨ºm um impacto excepcional na experi¨ºncia do cliente. Outra coisa que levamos em considera??o foram as ¨¢reas em que j¨¢ t¨ªnhamos algum n¨ªvel de ades?o, os frutos mais f¨¢ceis de serem colhidos.

Tinha que ser um momento-chave da verdade para que pud¨¦ssemos lutar por ele, ou algo para o qual pud¨¦ssemos obter rapidamente a ades?o, mostrando o valor dos insights.?

Para cada nova estrat¨¦gia que lan?amos, usamos os insights coletados por meio desse programa e os levamos de volta aos demais parceiros da organiza??o para mostrar o valor do esfor?o e, em seguida, expandi-lo adequadamente.

P: O que foi mais importante para voc¨º ao desenvolver o projeto do programa CX?

PV: Nossa an¨¢lise. ? muito f¨¢cil coletar feedback. Mas a maioria das empresas tem dificuldade em traduzir todo esse feedback em a??es. Portanto, esse foi o principal princ¨ªpio de design por tr¨¢s do nosso programa: aproveitar a an¨¢lise para traduzir os insights de forma mais eficaz.

O ato de pedir feedback cria a expectativa nos clientes de que voc¨º far¨¢ algo com ele. E se voc¨º n?o puder fazer isso, ¨¦ melhor n?o pedir. ? por isso que projetamos nosso programa para garantir que a an¨¢lise e o aprendizado tenham preced¨ºncia e prioridade sobre o ato de ouvir.

P: Que tipos de dados o ajudaram a obter insights mais pr¨¢ticos?

SL: No lado do suporte, h¨¢ os t¨ªquetes em si, mas tamb¨¦m o volume de problemas espec¨ªficos e as transcri??es desses t¨ªquetes, onde podemos realmente saber o que est¨¢ acontecendo do ponto de vista do cliente. Podemos ent?o combinar isso com outros dados comportamentais. Por exemplo, como os clientes interagem com nossa central de ajuda? Eles est?o tendo dificuldades com a navega??o? Isso nos ajuda a tra?ar um quadro mais hol¨ªstico de nossas experi¨ºncias gerais de suporte.?

Outro exemplo est¨¢ em nossos dados de pedidos, entregas e devolu??es. Monitoramos a entrega no prazo, que sabemos por meio de an¨¢lises anteriores que se correlaciona com a experi¨ºncia e os resultados comerciais. Portanto, embora ainda pesquisemos os clientes durante suas experi¨ºncias de entrega e devolu??o, tamb¨¦m podemos aproveitar a entrega no prazo para fazer infer¨ºncias sobre essas experi¨ºncias para todos os nossos clientes, n?o apenas para os que responderam.

Tamb¨¦m combinamos feedback indireto, como an¨¢lises de produtos e publica??es em m¨ªdias sociais, com nossos dados operacionais para obter uma vis?o mais hol¨ªstica.?

P: Como voc¨º prioriza as ¨¢reas em que deve se concentrar para melhorar a experi¨ºncia do cliente?

SL: Tudo se resume ¨¤ gravidade e ¨¤ preval¨ºncia. Algo est¨¢ afetando negativamente nossos clientes? E, combinado com isso, qual ¨¦ a preval¨ºncia do problema??

Por exemplo, se estivermos vendo algo impactar fortemente o NPS? ou outras m¨¦tricas de experi¨ºncia, e tamb¨¦m pudermos avaliar a preval¨ºncia e a gravidade com base no volume de suporte, nas an¨¢lises de produtos, nos dados comportamentais etc., ¨¦ prov¨¢vel que valha a pena investigar essa ¨¢rea.?

P: Voc¨º pode compartilhar exemplos de a??es que tomou para melhorar a experi¨ºncia do cliente com base em dados?

SL: Quando lan?amos um produto, aproveitamos nossos esfor?os de escuta existentes para monitorar, identificar e resolver rapidamente os problemas que surgem. Com o lan?amento recente de um produto, entendemos, com base em nossa pesquisa de compra, que havia alguma confus?o com a experi¨ºncia de compra e entrega. Validamos que o feedback estava aparecendo em v¨¢rias fontes e trouxemos isso de volta ¨¤s nossas equipes internas para ajudar a melhorar o fluxo de compras e os materiais de marketing, a fim de definir expectativas mais claras para nossos clientes e, em ¨²ltima an¨¢lise, melhorar sua experi¨ºncia.

A cada lan?amento de produto, contamos ativamente com nossos insights em tempo real para intervir o mais r¨¢pido poss¨ªvel na solu??o de problemas. De forma cont¨ªnua, trabalhamos com as equipes em oportunidades de melhoria cont¨ªnua.

Voltando ¨¤ gravidade e ¨¤ preval¨ºncia, estamos avaliando consistentemente os problemas que t¨ºm maior impacto sobre nossos clientes, identificando as equipes relevantes que lidam com esses problemas e, em seguida, reunindo essas equipes para fazer um brainstorming sobre como resolver as coisas. Para n¨®s, ¨¦ muito importante vincular esses problemas de experi¨ºncia ¨¤s suas metas, seja para reduzir o custo de atendimento, a rotatividade, o volume de casos etc.

Estamos tentando amadurecer nosso programa de an¨¢lise, e parte disso ¨¦ aproveitar a IA e a an¨¢lise preditiva e prescritiva para prever coisas como rotatividade, inten??o do cliente e prever respostas de n?o respondentes, tamb¨¦m conhecidos como "a maioria silenciosa" que n?o responde a pesquisas, para eventualmente diminuir nossa depend¨ºncia de pesquisas.

- Stephen Lopez, l¨ªder de CX, Meta Reality Labs

P: Como voc¨º est¨¢ pensando em usar a IA para melhorar a experi¨ºncia do cliente do ponto de vista anal¨ªtico?

SL: Estamos tentando ser muito intencionais em rela??o a onde investimos em IA para nossos programas, e isso inclui a an¨¢lise de aplicativos de IA e a garantia de que estamos aproveitando as solu??es que n?o apenas agregam valor ao nosso programa, mas tamb¨¦m aos nossos clientes.

Algumas de nossas an¨¢lises exigem um trabalho pesado de nossos analistas ou envolvem uma s¨¦rie de tarefas de baixo esfor?o, por isso estamos come?ando a explorar como podemos trazer a IA para ajudar a reduzir o tempo de insight, facilitar o trabalho de nossos analistas e ser mais eficientes.

Al¨¦m disso, estamos concentrados em ampliar nossos insights, usando solu??es de IA para insights e relat¨®rios de autoatendimento.?

Passando para os tipos de an¨¢lise em si, estamos tentando amadurecer nosso programa de an¨¢lise, e parte disso ¨¦ aproveitar a IA e a an¨¢lise preditiva e prescritiva para prever coisas como rotatividade, inten??o do cliente e prever respostas de n?o respondentes, tamb¨¦m conhecidos como "a maioria silenciosa" que n?o responde a pesquisas, para eventualmente diminuir nossa depend¨ºncia de pesquisas.

Por fim, queremos usar tudo isso para informar o design da experi¨ºncia e permitir a orquestra??o em tempo real.?

? importante olhar para isso a partir de uma abordagem de "engatinhar, andar, correr" com a IA. Estamos realmente dedicando tempo para entender como a IA pode nos ajudar em nossos programas de "ouvir e aprender" antes de come?armos a agir.

P: Como voc¨º v¨º a evolu??o das tend¨ºncias em IA e CX nos pr¨®ximos 12 meses?

PV: O avan?o da IA vai mudar completamente o setor de experi¨ºncia do cliente. Ela vai acelerar nosso progresso no sentido de proporcionar melhores experi¨ºncias aos clientes. Ela nos ajudar¨¢ n?o apenas a aumentar a velocidade do tempo para obter insights, mas tamb¨¦m nos dar¨¢ a escala e a profundidade que t¨ºm sido t?o dif¨ªceis de alcan?ar. No futuro da experi¨ºncia do cliente, com o uso da IA, poderemos compreender melhor, de forma r¨¢pida e mais precisa, os pontos problem¨¢ticos de nossos clientes e a causa raiz desses problemas, e ent?o orquestrar a??es.?

H¨¢ muitas empresas que est?o fazendo um bom trabalho ao usar an¨¢lises preditivas e prescritivas e orquestra??o de experi¨ºncias, mas elas est?o sendo subutilizadas no momento. Com a IA, a cria??o de experi¨ºncias personalizadas e proativas ser¨¢ uma aposta. ? por isso que estamos explorando essas oportunidades o mais cedo poss¨ªvel, porque queremos ter certeza de que podemos aproveitar o poder da IA para oferecer uma melhor experi¨ºncia ao cliente, reduzir a rotatividade, reduzir custos e, por fim, melhorar as experi¨ºncias do cliente por meio de mais personaliza??o, por meio de mais recursos preditivos e garantindo que estejamos ¨¤ frente e abordemos e orquestremos a??es de forma proativa.

P: O que est¨¢ por vir para a sua equipe ao continuar essa jornada?

PV: O uso da an¨¢lise preditiva e da an¨¢lise prescritiva ¨¦ muito importante para n¨®s e ¨¦ uma ¨¢rea em que estamos investindo. Isso acabar¨¢ nos ajudando a orquestrar a??es e a criar experi¨ºncias personalizadas, que ¨¦ outro objetivo de nossa organiza??o. O subproduto ¨¦ que ele tamb¨¦m nos ajuda a reduzir o tempo de obten??o de insights, que ¨¦ outro objetivo nosso. Queremos ter certeza de que n?o gastaremos muito tempo manipulando dados, limpando dados ou dando sentido a eles, por isso tamb¨¦m estamos nos concentrando em recursos de autoatendimento para nossos analistas e parceiros, para que eles n?o precisem depender totalmente de n¨®s.?

Por fim, nenhuma dessas prioridades tem import?ncia se n?o tivermos a cultura certa de foco no cliente em nossa organiza??o, portanto, essa ¨¦ outra ¨¢rea em que estamos investindo.?

Perguntas do p¨²blico: Respostas da Meta para melhorar a experi¨ºncia do cliente

Houve tanto interesse e envolvimento com esse t¨®pico do webinar que recebemos muitas perguntas do nosso p¨²blico. A equipe da Meta compartilhou esses aprendizados adicionais em resposta a algumas das perguntas que surgiram:

P: Como voc¨º pode garantir a responsabilidade e a a??o sobre os insights encontrados?

PV: O que funcionou para n¨®s foi o estabelecimento de metas, m¨¦tricas e KPIs compartilhados que representam a experi¨ºncia do cliente com nossas partes interessadas. Isso nos ajudou a manter o alinhamento e a criar responsabilidade.?

Tamb¨¦m priorizamos a educa??o das partes interessadas sobre o impacto nos clientes - ou seja, o que a falta de a??o significa para os clientes - e, em seguida, conectamos esses impactos ¨¤s metas e m¨¦tricas com as quais as partes interessadas se preocupam (por exemplo, o impacto nas vendas futuras se n?o tomarmos provid¨ºncias em rela??o a essa quest?o).?

Tamb¨¦m compartilhamos pesquisas internas ou do setor que demonstram a import?ncia da centraliza??o no cliente e da a??o sobre o feedback do cliente para o sucesso geral do neg¨®cio. Criamos um deck com todos esses tipos de insights usando principalmente pesquisas externas sobre o ROI e o impacto da CX nos neg¨®cios, e aproveitamos todas as oportunidades para educar nossa organiza??o sobre isso para aumentar a conscientiza??o.

P: Ao se concentrar nos KPIs, o que voc¨º prioriza: NPS? ou lucratividade de curto prazo? Qual ¨¦ o ponto ideal para voc¨º?

PV: Um equil¨ªbrio saud¨¢vel entre os dois ¨¦ fundamental, mas eu, pessoalmente, tento me inclinar para ganhos de fidelidade de longo prazo, pois esse crescimento ¨¦ mais sustent¨¢vel. ? dif¨ªcil indicar o ponto ideal exato, pois isso depende do ponto de contato e do tipo de NPS? (e da metodologia da pesquisa).?

P: Quais s?o algumas pr¨¢ticas recomendadas para fazer com que mais clientes respondam ¨¤s pesquisas? O que as empresas podem fazer para receber feedback diversificado?

PV: Temos uma taxa de resposta relativamente saud¨¢vel, mas aqui est?o algumas estrat¨¦gias que usei anteriormente. Enviar lembretes de pesquisa (isso nos ajudou a melhorar nossa taxa de resposta em +5% a 6%). Pergunte dentro do mesmo canal/intera??o (por exemplo, envie pesquisas via chat se os clientes interagiram com voc¨º via chat ou logo ap¨®s o t¨¦rmino da intera??o para outros tipos de canais).

Certifique-se de fazer perguntas que realmente interessem aos clientes, do ponto de vista deles - pergunte sobre as a??es que eles realizaram, os itens que compraram, as experi¨ºncias que tiveram e por que voc¨º est¨¢ interessado no ponto de vista exclusivo deles. Mantenha suas pesquisas simples, curtas e diretas e pe?a feedback por meio dos canais preferidos dos clientes, onde eles se envolvem ativamente com sua marca.?

Para conhecer ainda mais pr¨¢ticas recomendadas de CX da Meta Reality Labs, confira a grava??o completa do webinar aqui: Al¨¦m da pesquisa: Como os programas abrangentes de experi¨ºncia possibilitam a a??o.

*Esta conversa foi editada por motivos de extens?o e clareza.

Autor

Geoffrey Ryskamp

Geoffrey ¨¦ consultor executivo de viagens e hospitalidade no site ÌÇÐÄÔ­´´. Ele tem mais de 20 anos de experi¨ºncia no setor de hospitalidade, tendo ocupado cargos operacionais e de gerenciamento na Hilton Worldwide, Marriott International, Starwood Hotels & Resorts, Carlson Hotels, Dolce Hotels & Resorts e Levy Restaurants.
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