·¡³æ±è±ð°ù¾±¨º²Ô³¦¾±²¹ '26 Dia 2: A complac¨ºncia j¨¢ n?o ¨¦ uma op??o
12 de fevereiro de 2026
·¡³æ±è±ð°ù¾±¨º²Ô³¦¾±²¹ do cliente
Com a conclus?o da Experience '26, provamos que o antigo manual de CX est¨¢ obsoleto e que ¨¦ hora de transformar os sinais de experi¨ºncia em impacto mensur¨¢vel.
O primeiro dia da Experience '26 apresentou nosso lema: seja um agente de mudan?a.
O segundo dia provou por que ficar parado n?o ¨¦ mais uma op??o.
A manh? come?ou com o Expy Winner Spotlight, apresentando CIBC, Verizon Business, Santaluc¨ªa Seguros e Vanguard. Essas equipes n?o foram homenageadas por executarem programas de experi¨ºncia refinados. Elas s?o reconhecidas por mudar a forma como o valor ¨¦ realmente entregue dentro de suas organiza??es.
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As conversas foram cruas, t¨¢ticas e agradavelmente honestas. Os l¨ªderes falaram sobre os momentos em que decidiram desafiar as conven??es em vez de aceit¨¢-las. As decis?es que pareciam arriscadas na ¨¦poca, mas que criaram um impulso real. E as li??es duramente aprendidas que v¨ºm da transforma??o de milh?es de sinais de experi¨ºncia em insights que a empresa pode colocar em pr¨¢tica.
N?o se tratava de uma narrativa de vit¨®ria. Era uma vis?o clara do que acontece quando a experi¨ºncia deixa de perseguir resultados e come?a a moldar decis?es. Impulsionando o crescimento. Melhorando a efici¨ºncia. Capacitando as linhas de frente para consertar o que est¨¢ quebrado e ampliar o que funciona.
Ao longo das sess?es moderadas por Sid Banerjee e Jodi Searl, ÌÇÐÄÔ´´, e refor?adas por um dia inteiro de debates aprofundados, uma mensagem ficou clara: o antigo manual de CX n?o apenas atrasa voc¨º, mas tamb¨¦m o torna irrelevante. Avaliar a experi¨ºncia sem mobilizar a organiza??o em torno dela deixa as equipes paralisadas, enquanto os neg¨®cios avan?am sem elas.
, que liderou a primeira expedi??o feminina americana ao Everest, encerrou o dia enfatizando a urg¨ºncia da quest?o. Baseando-se no que ¨¦ necess¨¢rio para sobreviver e ter sucesso quando as condi??es est?o em constante mudan?a, ela fez uma compara??o inequ¨ªvoca.
Em momentos em que a hesita??o tem consequ¨ºncias reais, uma verdade se mant¨¦m nas montanhas e nos neg¨®cios: a complac¨ºncia pode ser fatal.
Os programas de experi¨ºncia n?o podem mais funcionar com base em m¨¦tricas subjetivas.
A dura realidade de 2026: o NPS por si s¨® n?o garantir¨¢ o or?amento.
Os programas avan?ados criaram estruturas de avalia??o rigorosas. Eles traduzem o sentimento em n¨²meros financeiros espec¨ªficos. O tipo de informa??o com que os diretores financeiros realmente se preocupam.
O CIBC n?o se limitou a acompanhar a satisfa??o dos clientes. Eles criaram um modelo de maturidade em quatro etapas: Simuladores de Fatores Determinantes, An¨¢lise Operacional, Liga??o Financeira e Avalia??o. A empresa fez uma parceria com suas equipes digitais e de an¨¢lise para criar simuladores de fatores determinantes que prev¨ºem como as mudan?as operacionais afetam o NPS. Reduza os tempos de espera. Observe o NPS mudar. Observe a receita acompanhar.
Eles n?o trabalhavam isoladamente. Eles se integraram ¨¤s equipes que controlam as alavancas.
Eles fizeram a an¨¢lise para entender que os promotores geram 15% mais receita e t¨ºm menor desgaste do que os detratores. Com essa evid¨ºncia, a equipe de CX do CIBC deixou de ser um centro de custos. Eles se tornaram um parceiro de valor estrat¨¦gico. Eles est?o desenvolvendo a capacidade de priorizar iniciativas com base na gera??o de receita projetada, e n?o na intui??o.
A Maersk demonstrou como essa disciplina se aplica ao B2B em grande escala. Eles criaram um programa de CX em mais de 100 pa¨ªses, incorporando feedback sobre relacionamentos e pontos de contato por meio de v¨¢rios canais. 100.000 funcion¨¢rios. 130 pa¨ªses. Cinco anos de trabalho para impulsionar o engajamento comercial, o patroc¨ªnio s¨ºnior e um forte ROCXI.
A Maersk n?o teve medo de dar um passo atr¨¢s, rever e desafiar sua abordagem para tra?ar um caminho a seguir. Eles provaram que, mesmo em ambientes B2B complexos (e, ocasionalmente, em crises da vida real), a parceria entre ag¨ºncia, tecnologia e marca pode gerar um impacto tang¨ªvel. Agora, eles t¨ºm um programa de CX poderoso e integrado, com um roteiro claro.
Se voc¨º n?o consegue conectar seu trabalho ao P&L, voc¨º n?o vai conseguir financiamento. Ponto final.
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A jornada do cliente n?o se importa com o organograma da sua empresa.
As discuss?es de hoje refor?aram uma realidade que deveria ser ¨®bvia, mas n?o ¨¦.
·¡³æ±è±ð°ù¾±¨º²Ô³¦¾±²¹ do cliente. ·¡³æ±è±ð°ù¾±¨º²Ô³¦¾±²¹ do funcion¨¢rio. Opera??es do centro de atendimento. Estas n?o s?o fun??es separadas. Trat¨¢-las dessa forma ¨¦ uma neglig¨ºncia organizacional.
Isso ganhou vida em nosso painel com a Verizon Business e a Hyatt Hotels. Ambas deixaram de fingir que essas equipes podem operar de forma independente. Elas est?o compartilhando iniciativas entre CX e EX. Ligando o feedback dos clientes diretamente ¨¤s experi¨ºncias dos funcion¨¢rios. Encontrando as causas profundas do atrito que os conjuntos de dados isolados deixam passar completamente.
O envolvimento dos funcion¨¢rios ¨¦ um indicador importante da fidelidade dos clientes. Quando sua equipe de atendimento ao p¨²blico est¨¢ enfrentando dificuldades, seus clientes percebem isso. A Verizon Business e a Hyatt tratam essa conex?o como um fato operacional, n?o como teoria.
A U-Haul, a AdventHealth e a Exelon tamb¨¦m alinharam as prioridades entre as equipes de CX e de contact center ¡ª dois grupos que, historicamente, perseguem objetivos diferentes e deixam os clientes presos no meio do caminho.
Quando essas equipes est?o alinhadas, a resolu??o ¨¦ mais r¨¢pida. Os agentes ficam mais satisfeitos. O centro de contato deixa de ser um departamento de reclama??es. Ele se torna um centro de insights estrat¨¦gicos.
A Santaluc¨ªa Seguros demonstrou como isso funciona em grande escala. Milh?es de sinais dos clientes transformaram-se em ¡°insights humanos¡± que promovem a empatia e a escuta ativa. N?o apenas no centro de atendimento. N?o apenas na equipe de CX. Em toda a organiza??o.
Os dados n?o mudam as mentalidades. As hist¨®rias sim.
O tema final do segundo dia reconheceu algo que a maioria dos profissionais aprende da maneira mais dif¨ªcil: os dados por si s¨® raramente inspiram mudan?as. Voc¨º precisa de habilidades interpessoais para obter resultados concretos.
Alison Levine, capit? da primeira expedi??o feminina americana ao Everest, encerrou a confer¨ºncia com uma palestra que tra?ou paralelos entre o alpinismo de alta altitude e a lideran?a empresarial moderna. Em ambientes de incerteza, clareza e a??o decisiva s?o os ¨²nicos caminhos a seguir.
Para os l¨ªderes experientes, isso significa navegar em ¡°altitudes extremas¡±. Unir equipes para progredir mesmo quando o caminho n?o est¨¢ totalmente vis¨ªvel.?
N?o se trata de ter todas as respostas.
O importante ¨¦ seguir em frente de qualquer maneira. Como Alison decretou: ¡°A complac¨ºncia vai te matar¡±.
A Vuori demonstrou essa lideran?a ao compartilhar como usa ÌÇÐÄÔ´´ para identificar os comportamentos das lojas com melhor desempenho. A equipe n?o tenta tornar as equipes das lojas ¡°mais orientadas por dados¡±. Eles reduzem o ru¨ªdo e d?o aos gerentes prioridades operacionais claras, vinculadas ao atrito com o cliente e aos resultados comerciais. Eles transformam insights em manuais repet¨ªveis que realmente funcionam, porque se adaptam ¨¤ forma como as lojas realmente operam, e n?o ¨¤ forma como a sede gostaria que elas operassem. A lideran?a agora treina comportamentos espec¨ªficos que impulsionam as vendas e a consist¨ºncia.
Muitas sess?es ao longo deste evento demonstraram que, para garantir a ades?o da diretoria executiva, ¨¦ preciso ir al¨¦m de gr¨¢ficos e pain¨¦is. S?o necess¨¢rias narrativas que ressoem tanto com a alta administra??o quanto com a linha de frente.
O que a ·¡³æ±è±ð°ù¾±¨º²Ô³¦¾±²¹ 26 realmente provou?
No geral, a Experience '26 deixou uma coisa bem clara: a era de observar e esperar acabou.
Esta ¨¦ uma nova era.
A experi¨ºncia n?o ¨¦ mais algo que voc¨º acompanha. ? algo que voc¨º opera. Os l¨ªderes que est?o vencendo hoje n?o est?o buscando o NPS. Eles est?o conectando sinais omnicanal e transformando-os em resultados comerciais reais.
Eles s?o agentes de mudan?a.?
Parceiros em toda a empresa. L¨ªderes que utilizam IA pronta para a linha de frente para democratizar insights, corrigir causas fundamentais e oferecer valor mensur¨¢vel.
Este n?o ¨¦ um momento. ? uma mudan?a radical.
E isso ¨¦ apenas o come?o.
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