As expectativas dos clientes no setor de servi?os financeiros mudaram, n?o deixando espa?o para experi┷ncias digitais fragmentadas ou equipes de atendimento mal preparadas. Descubra por que integrar a empatia humana aos dados em tempo real └ a chave para manter a confian?a do consumidor e reter a pr┏xima gera??o de patrim?nio.
O padr?o de experi┷ncia do cliente no setor de servi?os financeiros mudou discretamente.?
Em nosso mais recente Relat┏rio de Refer┷ncia de Servi?os Financeiros, revelamos que as expectativas dos clientes nunca foram t?o exigentes. Os clientes n?o comparam mais seu banco com os bancos concorrentes ! eles o comparam com todas as intera??es sem atrito que tiveram com qualquer empresa.?
A paci┷ncia que um cliente fiel demonstrava h│ uma d└cada 逮│ se esgotou. Essa press?o └ agravada pelo fato de o setor ter recuperado sua credibilidade h│ muito pouco tempo. De acordo com o o setor de servi?os financeiros acabou de ultrapassar o limiar para entrar no territ┏rio das ^institui??es confi│veis ̄ pela primeira vez desde a crise financeira de 2008, com uma pontua??o de 62%.?
Essa n?o └ uma posi??o de for?a. ? uma posi??o de fragilidade.?
Um setor que levou mais de uma d└cada para reconquistar a confian?a do consumidor n?o pode se dar ao luxo de desperdi?│-la por meio de experi┷ncias insatisfat┏rias, intera??es desconexas ou uma equipe de atendimento ao cliente que n?o esteja preparada para cumprir o que promete.
O sintoma mais evidente de um atraso na experi┷ncia do cliente └ o que poder┴amos chamar de ^rein┴cio ̄ ! o momento em que um cliente muda de um canal para outro e descobre que nenhuma informa??o foi transferida. Ele passou por uma sequ┷ncia de op??es de menu, finalmente conseguiu falar com uma pessoa e agora precisa explicar tudo de novo, do in┴cio.?
Enquanto isso, o atendente percebe a frustra??o do cliente, mas n?o sabe o motivo, e passa os primeiros minutos da conversa tentando amenizar o tom da conversa em vez de resolver o problema. Trata-se de um padr?o de falha que se agrava, e que se origina quase inteiramente de problemas operacionais internos que os clientes nunca deveriam ter que sentir.
Um cliente que se sentiu tratado como um estranho ! mais uma vez ! n?o esquece isso.
? por isso que precisa de um contrapeso.?
A automa??o e os canais de autoatendimento s?o realmente valiosos quando reduzem o esfor?o e aumentam a conveni┷ncia. No entanto, os sistemas automatizados, especialmente os IVRs, s?o frequentemente vistos como uma fonte de atrito, em vez de al┴vio. Independentemente de seu sucesso ou fracasso, os clientes ainda querem falar com uma pessoa. E quando essa pessoa └ emp│tica, bem informada e realmente tem autonomia para agir, o impacto na percep??o da marca └ substancial ! nossa pesquisa aponta varia??es de dois d┴gitos nas pontua??es l┴quidas de sentimento, diretamente ligadas ao comportamento da equipe de atendimento ao cliente.
A implica??o └ que o fator humano n?o └ um custo herdado que possa ser simplesmente eliminado. Trata-se, ao contr│rio, de um diferencial. A quest?o └ se as pessoas na linha de frente est?o preparadas para desempenhar esse papel de forma eficaz.
Hoje em dia, capacitar sua equipe de atendimento para ser mais emp│tica requer duas t│ticas nas quais a maioria das organiza??es investe pouco. A primeira └ integrar ferramentas que ofere?am aos agentes uma vis?o completa e em tempo real do hist┏rico de cada cliente, para que o contexto acompanhe o cliente no momento em que ele precisar. A segunda └ um treinamento que priorize a empatia e a resolu??o de problemas em detrimento das m└tricas de efici┷ncia. A rapidez └ importante, mas um agente que encerra uma chamada rapidamente sem resolver a quest?o subjacente apenas transferiu o problema para mais adiante. Pior ainda, agentes que recorrem a jarg?es durante conversas delicadas sobre tarifas ou taxas criam confus?o que corr┏i justamente a confian?a que deveriam refor?ar.
A urg┷ncia de acertar nessa quest?o └ agravada pelo que est│ por vir. Nas pr┏ximas duas d└cadas, uma transfer┷ncia geracional de patrim?nio no valor de US$ 84 trilh?es ir│ remodelar o panorama da clientela ! e o risco de perda de clientes └ gritante. Oitenta por cento dos clientes trocam de consultor no momento da heran?a, no momento em que a transfer┷ncia realmente ocorre.?
As institui??es que desejam reter esses ativos precisam come?ar a construir relacionamentos com a pr┏xima gera??o 逮│, e isso exige que as equipes de atendimento ao cliente tenham ┐ disposi??o ferramentas de an│lise de voz e texto baseadas em IA para estar atentas aos acontecimentos da vida ! um casamento, uma mudan?a no estado de sa┣de, uma transi??o para uma resid┷ncia assistida ! que indicam quando um contato proativo e personalizado seria mais importante.
As institui??es financeiras preparadas para o futuro s?o aquelas que tratam esses aspectos como prioridades estrat└gicas, e n?o como meras tarefas operacionais a serem cumpridas. Elas tomaram a decis?o consciente de que o relacionamento com o cliente └ o produto e que todo processo interno deve servir a esse relacionamento ou precisa ser repensado.
Eliminar a necessidade de reiniciar n?o └ uma funcionalidade do produto. ? uma demonstra??o do quanto uma organiza??o leva a s└rio o relacionamento que afirma valorizar. Os clientes conseguem perceber a diferen?a entre uma empresa que realmente construiu sistemas em torno de suas necessidades e outra que simplesmente adicionou um chatbot e chamou isso de transforma??o. Essa diferen?a percebida, acumulada ao longo de dezenas de pequenas intera??es ao longo de meses e anos, └ o que distingue as institui??es financeiras com clientes leais de longa data daquelas com clientes meramente retidos, que est?o a um passo de ir embora se receberem uma oferta melhor.?
Fique ┐ frente das expectativas cada vez maiores. Baixe nosso Relat┏rio de Refer┷ncia sobre o Setor de Servi?os Financeiros para conhecer as principais tend┷ncias, insights e recomenda??es do setor.